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Chá de Buchinha do Norte - Luffa operculata-L-60g

Disponível: Em estoque

¥3.800
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Descrição Rápida

Indicada como excelente expectorante, auxiliando no tratamento de sinusite, rinite, bronquite, asma e outros problemas respiratórios.
OU

Detalhes

**TODAS ESTAS INFORMAÇÕES SÃO FORNECIDAS PELO PRODUTOR.

**Nós apenas vendemos o produto. Não fazemos orientações médicas.

 

Benefícios do chá de Buchinha do Norte: Para que serve?

 

Partes Usadas: Frutos
Origem do produto: Brasil

Descrição
A Buchinha ( Cabacinha ) é originária da América do Sul e nativa no Brasil. É uma trepadeira de caule anguloso, gavinhas simples ou bífidas, compridas e vilosas. Tem folhas longo-pecioladas, cordiformes ou reniformes, angulosas ou lobadas (de 3 a 5 lobos), um pouco ásperas. Suas flores são amarelas, campanuladas, pequenas, axilares e seus frutos são ovóides, moles, pequenos, ásperos e com pequenas nervuras ou saliências espinescentes e seriados. As sementes são compridas, lisas, com as margens regulares, sem alas.
A buchinha do norte é muito utilizada medicinalmente.

Ela é uma planta popularmente utilizada para problemas respiratórios como rinite, sinusite, congestão nasal.

É uma planta que requer cuidados pois possui substancias tóxicas. Se usada em grande quantidades pode ocorrer sangramento pelas vias aéreas, além de ser abortiva.

O chá da buchinha do norte não é seguro ser ingerido.

Ela deve ser usada somente para inalação.

A buchinha-do-norte possui propriedade anti-herpética, adstringente, anti-séptica, expectorante e vermífuga, sendo utilizada principalmente no tratamento de rinite, sinusite, bronquite e nariz entupido, por exemplo.

No entanto, devido às suas propriedades também pode ser utilizado para ajudar no tratamento de feridas, ascite e infecção pelo vírus da herpes, por exemplo.

É importante que essa planta seja utilizada apenas sob indicação médica ou do fitoterapeuta, uma vez que é bastante tóxica, podendo resultar em efeitos colaterais a longo prazo para a pessoa.

Sugestão do Fabricante:

O fruto Buchinha do norte É DE USO EXTERNO.

Como Fazer:

1 fruto para 500 ml de água.

Modo de usar: DICA*

– Colutório (para sinusite): 1 colher das de café de cloreto de sódio puro em uma xícara das de chá de água. Descascar a buchinha e retirar um pedaço fino com 1 cm 2 de área e colocar na solução salina. Deixar e maceração por 5 dias e coar. Pingar 1 a 2 gotas nas narinas de manhã e à noite. Não assoar o nariz; deixar que o fluxo escorra naturalmente. Repetir até no máximo 5 dias.

– Colutório (outra receita): ferver 1 g do fruto em água. Esfriar e pingar uma gota na narina. – Cortar a buchinha em 4 fatias, deixar uma das fatias de molho em água mineral por uma noite. Na manhã seguinte, gotejar esta água nas fossas nasais, 2 vezes ao dia e inspirar profundamente.

Farmacologia: Há relatos de seus possíveis efeitos medicinais mas não foram encontrados estudos comprobatórios de sua eficácia para estas indicações; Frutos: emenagogos, vermifugos, drásticos, emeticos, hidragogos, anti-her-peticos, purgativos, expectorantes, anti-sinusite, descongestionante nasal, adstrin-gente, anti-diabeti-cos e anti-septicos; Sementes: anti-helmiticas; Ressaltamos que em função de sua elevada toxidade, só o uso em sinusites, com o devido acompanhamento, poderá ser tolerado.

Principais Propriedades: Das espécies Luffa acutangula Roxb., L. cylindrica (L.) Roem. e L. aegyptiaca Mill. foram isoladas glicoproteínas com ações inibidoras da síntese protéica, embriotóxicas e abortivas, propriedades estas demonstradas em animais de laboratório (Ngai et al. 1992a, 1992b e 1993 apud Schenkel et al., 2001). Da espécie L. operculata propriamente dita, não há experimentos específicos com o objetivo de elucidar a ação abortiva do fruto. O trabalho mais significante foi realizado por Matos & Gottlieb em 1967. Neste, os autores isolaram o extrato aquoso do fruto um princípio amargo denominado isocucurbitacina B. As cucurbitacinas são esteróides resultantes da oxidação de triterpenos tetracíclicos e estão largamente distribuídas na família Cucurbitaceae. Para estas substâncias as atividades biológicas descritas na literatura são ações descongestionantes, laxativas, hemolíticas, embriotóxicas e abortivas. Recentemente trabalhos sobre o efeito necrótico destas substâncias em tumores estão sendo publicados. Assim, em virtude da série de relatos confirmando a toxicidade das cucurbitacinas, admite-se que a isocucurbitacina B seja o princípio tóxico de L. operculata.

Observações:

A Buchinha do norte é altamente tóxica, não deve ser ingerida.

Toxologia: Nos casos descritos de intoxicação os sintomas apareceram cerca de 24 horas após a ingestão do chá. Náuseas, vômitos, dores abdominais e dores de cabeça são os sintomas primários, subsequentemente advêm hemorragias, podendo ocorrer o coma e a morte. Para o tratamento são recomendados apenas a administração de carvão ativado, e tratamento sintomático para distúrbios gastrintestinais.

Princípios Ativos: M-carboxifenil alanina, cucurbitacina B, isocucurbitacina B, cucurbitacina D, gipsogenina e luperosídeos A, B, C, D, E, F, g e H. Os frutos contém um princípio amargo chamado buchinina.

Propriedades medicinais: Descongestionante, drástico, laxante.

Frutos: emenagogos, vermífugos, drásticos, vomitivos, hidragogos, anti-herpéticos, purgativos, expectorantes, anti-sinusíticos, esternutatórios, descongestionantes nasais, adstringentes, antidiabéticos e anti-sépticos.

Sementes: anti-helmíntico.

Indicações: rinite, ameba, herpes, sinusite, amenorréia, ascite, inflamações genito-urinárias e oftálmicas, hematomas, úlceras, feridas, hidropisia, clorose.

Contra-indicações/cuidados: CUIDADO: TÓXICA. Indicada para sinusites e rinites é para ser utilizada apenas para uso externo nasal. Jamais deve ser fervida pois suas substâncias de princípio ativo têm característica cáustica sobre a mucosa nasal, podendo provocar hemorragias e danos a mucosa.

Efeitos colaterais: Dose elevada irrita mucosa e em uso interno é hemorrágica. Provoca náuseas, cólica, fortes dejeções.

Superdosagem: Como e uma planta ainda não estudada convenientemente, e difícil estabelecer um limite entre suas dosagens terapêuticas e tóxicas. Sabe-se que seu uso prolongado pode levar também a alterações do fígado e da função renal. Em caso de ingestão deve-se proceder as medidas usuais – lavagem estomacal, sonda naso-gástrica e tratamento sintomático das reações apresentadas. Em caso de reações alergicas e fotodermite por uso externo, o tratamento deverá ser sintomático e proporcional a reação apresentada.

Observação:

*Pessoas com condições especiais ou que fazem uso de medicação controlada etc., aconselhamos a conversar com seu médico sobre o uso deste ou de outro produto qualquer.

-Fique atento aos ingredientes da fórmula para saber se você é alérgico.

-O uso é para adultos!

-Não nos responsabilizamos por seu uso.

-Os benefícios podem variar de pessoa para pessoa. 

-Descontinue o uso caso note alguma reação incomoda.

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